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Matérias [Cuidados com a pele]

Anticoncepcional: bom também para a pele

Anticoncepcional: bom também para a pele

 

Algumas combinações de hormônios presentes nas pílulas anticoncepcionais podem ajudar no combate a casos de oleosidade da pele, acne, excesso de pelos e queda de cabelos – e, portanto, deixar a mulher mais bonita.
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Diabetes dá trabalho também para a pele

Diabetes dá trabalho também para a pele

Os diabéticos não podem se preocupar apenas com alimentação e medicamentos que reduzem os níveis de glicose. Também precisam tomar cuidados especiais com a pele, já que são mais suscetíveis a infecções dermatológicas e têm cicatrização demorada — um machucado superficial pode facilmente se transformar na porta de entrada para doenças infecciosas graves. Além disso, o ressecamento e o endurecimento da pele contribuem para reduzir os movimentos.

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Excesso de pelos tem tratamento

Excesso de pelos tem tratamento

Algumas mulheres têm muitos pelos, tanto no rosto quanto no corpo, o que pode afetar a autoestima e prejudicar a qualidade de vida. O excesso pode configurar hirsutismo, um sintoma muitas vezes relacionado à Síndrome do Ovário Policístico (SOP), e tem tratamento.

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Síndrome dos ovários policísticos: muito hormônio, muitos sintomas

Síndrome dos ovários policísticos: muito hormônio, muitos sintomas

Em medicina, classifica-se como “síndrome” uma doença caracterizada por um conjunto de sintomas. No caso da síndrome dos ovários policísticos (SOP), que afeta entre 5% e 10% das mulheres em idade reprodutiva, os principais são irregularidade no ciclo menstrual (atraso, ou adiantamento ) e sangramentos excessivos, que refletem ovulação e produção hormonal anormal e podem resultar em infertilidade. Outros sinais comuns são excesso de pelos (problema também chamado de hirsutismo) e acne.

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Por que a TPM também afeta a pele

Por que a TPM também afeta a pele

Desde tempos imemoriais as mulheres sofrem com os sintomas da tensão pré-menstrual (TPM). Entretanto, a síndrome foi descrita cientificamente pela primeira vez apenas em 1931, pelo neurologista norte-americano Robert Frank, que cunhou a nomenclatura pela qual é mais conhecida até hoje. 

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