
Assista ao programa com o cardiologista Dr. Otávio Gebara.
Entrevista com o Especialista
Nesse mês entrevista exclusiva com a doutora Fernanda Colombo. Confira!

Manter o coração em boa forma é um trabalho diário, constante e necessário, como receitam os médicos e manda o bom senso. As academias de ginástica estão em cada esquina e as dicas sobre exercícios e cuidados com o coração inundam revistas, internet, TV e qualquer outro meio de comunicação. Mesmo com tanto estímulo, e apesar da informação abundante, manter o coração em perfeita saúde, ainda que seja simples, pode requerer uma atenção especial e alguns cuidados específicos e individuais.

Neném chegando, preparativos a mil, novidades a aprender, mudanças a incorporar. É muita para coisa para um só coração, que suporta não apenas as grandes emoções da gravidez mas também uma série de adaptações que fazem o seu trabalho aumentar cerca de 60%.

Muitas fibras, pouca gordura e nada de exagero no sal. Esses são os mandamentos básicos para quem deseja evitar problemas cardíacos. Muita gente já sabe, mas o pecado da gula costuma falar mais alto diante da tentação de alimentos tão saborosos quanto nocivos à saúde.

Símbolo do amor e da emoção, ele é o principal responsável pela vida. Bomba propulsora capaz de fazer circular de 4 a 6 litros de sangue por minuto no corpo de uma pessoa adulta, o coração recebe a substância com pouco oxigênio – que chega pelo lado direito – e a impulsiona para o pulmão, para ser novamente oxigenado.

Quando se fala em síndrome do coração partido, sobram muito mais perguntas do que respostas. Atribuída ao "estilo de vida moderno", frequentemente gerador de grande estresse emocional, a doença foi descoberta recentemente (o primeiro caso conhecido data do início da década de 1990). Os sintomas são muito semelhantes ao do infarto, com dor, falta de ar e alterações eletrocardiográficas e afetam, principalmente, mulheres com mais de 65 anos.