LIVRE DE PAUSAS, LIVRE DE IMPREVISTOS

Não restam dúvidas que desde seu surgimento as pílulas contraceptivas (ou anticoncepcionais) se tornaram as melhores amigas das mulheres. Esse medicamento revolucionou o planejamento familiar e deu maior liberdade para a mulher controlar o próprio corpo.

 

São inúmeras opções no mercado, cada uma com as suas vantagens, mas ainda há uma questão a ser resolvida na relação entre as mulheres e o seu anticoncepcional oral: a necessidade de tomá-lo todos os dias no mesmo horário e retomar essa rotina após a pausa.

 

Com uma vida corrida, na qual as 24 horas do dia são divididas entre filhos, casa e trabalho, é difícil se lembrar de tomar a pílula. Pior ainda é quando chega o momento da pausa. Depois de 21 ou 24 dias tomando o medicamento com hora marcada, quando já está se habituando à rotina, a mulher é obrigada a interromper o uso do medicamento durante quatro ou sete dias.

 

Por esse motivo, muitas mulheres vão ao consultório do ginecologista à procura de um método contraceptivo que seja menos independente de sua boa memória. Outras continuarão a esquecer de tomar a pílula de modo correto, todos os dias à mesma hora após a pausa para a menstruação.

 

Livre de pausas, livre de imprevistos

A solução para esse problema já existe. Estão disponíveis no mercado pílulas que devem ser tomadas no mesmo horário, mas que não requerem pausa para ocorrer a menstruação. Uma cartela dessas pílulas contém comprimidos ativos e outros inativos no final da cartela. A mulher menstruará regularmente sem parar de tomar os comprimidos e recomeçará o ciclo.

 

Se você vivencia esse problema de esquecimento de tomar a pílula, procure seu ginecologista e converse com ele sobre um método contraceptivo oral de uso contínuo. Aumentando a correta utilização do anticoncepcional, você estará reduzindo risco de uma gravidez não planejada.

 

Fonte:

UNIVERSO DA MULHER; Estudo inédito revela benefícios da pílula contínua. Disponível em . Acesso em 08 de maio de 2014.
HATCHER, R. A., RINEHART, W., BLACKBURN, R., GELLER, J. S. e SHELTON, J. D.: Pontos Essenciais Da Tecnologia de Anticoncepção. Baltimore, Escola de Saúde Pública Johns Hopkins, Programa de Informação de População, 2001.

PERGUNTAS FREQUENTES

Pílula anticoncepcional engorda?

Essa é uma dúvida de muitas mulheres que pensam em tomar pílula. A resposta é não. Tomar pílula anticoncepcional não engorda. O que acontece é que os hormônios presentes em muitas delas podem favorecer a retenção de líquidos que acabam provocando o inchaço corporal, mas isso varia de organismo para organismo e de pílula para pílula. Quanto menos hormônio, menos efeitos colaterais o medicamento provoca. Algumas pílulas podem provocar mais retenção de líquidos que outras, dependendo do tipo de hormônio que ela contém.

É normal me sentir enjoada, com desconforto nos seios e ter sangramentos (spotting) quando comecei a tomar pílula?

No início do uso da pílula anticoncepcional é comum ocorrerem alguns desconfortos como enjoo, incômodo nos seios e pequenos sangramentos. Recomenda-se não tomar a pílula de estômago vazio para amenizar estes sintomas. Sobre os sangramentos de escape ou spotting são mais comuns em mulheres que usam pílulas com baixa dosagem hormonal, que no início ainda não fornecem estímulo hormonal suficiente para cicatrizar a camada interna do útero logo após o término da menstruação. Esses sintomas variam de mulher para mulher e devem cessar em poucos meses, pois trata-se de um processo de adaptação do corpo ao hormônio que está sendo ingerido, e isso é normal. Caso esses sintomas não desapareçam em três meses, procure seu ginecologista. 

Onde posso saber mais sobre o DIU hormonal?

Para saber mais sobre o tratamento com o DIU hormonal, consulte seu médico. Ele poderá fornecer informações adicionais a você e a seu parceiro. 

Quando não devo usar o DIU hormonal?

O DIU hormonal não deve ser utilizado na presença de qualquer uma das condições descritas a seguir:

  • Doença inflamatória pélvica atual ou recorrente (infecção dos órgãos reprodutores femininos);
  • Ocorrência ou suspeita de gravidez;
  • Infecção do trato genital inferior;
  • Infecção do útero após parto;
  • Infecção do útero após um abortamento ocorrido durante os últimos 3 meses;
  • Infecção do colo do útero;
  • Anormalidades celulares no colo do útero;
  • Ocorrência ou suspeita de câncer do colo do útero ou do útero;
  • Tumores que dependem do hormônio progestógeno para se desenvolver;
  • Sangramento vaginal anormal não diagnosticado;
  • Anormalidade do colo do útero ou do útero, incluindo leiomiomas, se estes causarem deformação da cavidade uterina;
  • Condições associadas com aumento de susceptibilidade a infecções;
  • Presença de doença hepática ou tumor hepático;
  • Hipersensibilidade ao medicamento ou a qualquer constituinte do produto. 
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