

Anticoncepção
de emergência é a administração de medicamentos até 72 horas após a
relação desprotegida ou acidental visando evitar a gravidez.
Também é
chamada de pílula do dia seguinte.
Dentro de
suas características só deve ser usada em caso de emergência e não como
método anticoncepcional de rotina.
Nem sempre
surte resultados e pode ter efeitos colaterais intensos.
Usada até 24
horas da relação tem um índice de falha de 5 %. Entre 25 e 48 horas o índice
de falha aumenta para 15 % e entre 49 e 72 horas o índice chega a 42 % de
falhas.
Isto
significa dizer que deve ser usada tão logo seja possível após a relação
desprotegida.
Deve sempre
ser receitada por médico ginecologista e não pode ser usada de maneira
habitual. Ou seja é de emergência.
Em
caso de necessidade você deve procurar um serviço de ginecologia ou seu
médico pessoal urgente.
Esta página
NÃO responderá perguntas a respeito de anticoncepção de emergência por
entendermos que se trata de procedimento médico, prescrito por médico,
diretamente à paciente.
Leia
matéria sobre a pílula do dia seguinte publicada pela Revista da Abifarma
Anticoncepcionais de
emergência são vendidos no país
O ginecologista Sérgio dos Passos
Ramos, formado pela Universidade de Campinas (Unicamp) lembra que quanto antes a
mulher tomar os comprimidos, maiores são as chances de evitar a gravidez.
"O ideal é procurar um ginecologista ou obstetra nas primeiras 24 horas
depois da relação sexual sem proteção", diz. Ramos - que mantém uma página
na Internet com informações sobre
anticoncepcionais - enfatiza que o método de emergência não pode ser usado no
dia a dia. "É um recurso, como o nome diz, emergencial, e não deve ser
banalizado", afirma.
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05 set 2008
Dr. Sérgio dos Passos Ramos médico especialista em Ginecologia e
Obstetrícia, formado na Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP |