
Toda gravidez tem o seu momento certo para acontecer, essa situação é ainda mais delicada quando a mulher acabou de ter filhos.
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Toda gravidez tem o seu momento certo para acontecer, essa situação é ainda mais delicada quando a mulher acabou de ter filhos.

Se hoje as mulheres podem controlar a fertilidade e planejar melhor a vida e a carreira profissional, muito disso se deve a uma invenção que tem mais de 50 anos: a pílula anticoncepcional. Lançada no Brasil e na Europa pela Bayer em 1960, sua aparição coincidiu com o surgimento do movimento feminista e ajudou a alterar padrões de comportamento e estilos de vida tanto de homens como de mulheres.

Como têm várias finalidades, os hormônios bioidênticos – aqueles cuja estrutura química e molecular é igual à dos gerados pelo organismo humano – costumam ser usados por mulheres de perfis diversos: diferentes idades, passando por tratamentos diferentes.

Na década de 1960, quando a pílula anticoncepcional surgiu, era bem diferente dos comprimidos de hoje em dia. A dose hormonal era bem maior e a pausa entre uma cartela e outra era de sete dias, invariavelmente. Emendar as cartelas era visto como algo perigoso.

Ao contrário dos homens, que só tomam hormônio em casos excepcionais – para tratar alguma doença ou distúrbio –, as mulheres convivem diariamente com esse tipo de medicamento. Mesmo versões modernas dessas substâncias, como os hormônios bioidênticos (cuja estrutura é igual à dos produzidos pelo organismo), estão presentes em produtos voltados para o público feminino, inclusive algumas formulações de anticoncepcionais.
As injeções anticoncepcionais devem sempre ser injetadas na região glútea, ou nádegas.
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Há pouco mais de 50 anos, em 1962, começou a ser vendida nos Estados Unidos a primeira pílula anticoncepcional à base de progesterona e estrogênio. A combinação é semelhante à usada hoje, mas com uma diferença: a concentração de hormônio empregada na época era muito mais alta.

Os hormônios bioidênticos são substâncias que têm estrutura química e molecular igual à dos gerados pelo organismo humano. São produzidos em laboratório, a partir de diversas matérias primas. Servem para desempenhar as funções dos hormônios do corpo – desde o controle do ciclo menstrual, do metabolismo, tratamento da menopausa e anticoncepção.
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Na maioria dos casos o anticoncepcional é uma mistura de dois tipos de hormônios predominantemente femininos: os estrogênios e os progestagêniosa. Esse medicamento impede a ovulação e torna o muco do colo uterino hostil, o que cria obstáculos para a entrada dos espermatozoides.

Aquela tradicional divisão do corpo humano – cabeça, tronco e membros – enfatizava as partes externas e tirava de foco muita coisa importante. Uma delas são os hormônios, necessários para o controle de funções vitais, como a velocidade do metabolismo e a ovulação. Produzidos por vários órgãos e glândulas, atuam em todo organismo.