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Cálcio e alimentos
Densitometria Ossea
Leia entrevista do Dr. Sérgio sobre
Osteoporose
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Densitometria
Ossea
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Imagem de uma
densitometria óssea
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Imagem de uma fratura
por osteoporose
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Texto de Fleury
Medicina Diagnóstica:
De acordo com a National Osteoporosis Foundation (NOF), que reúne um
grande número de pesquisadores de diversas especialidades envolvidas com
osteoporose, estas são as indicações formais para o estudo da massa
óssea:
• Todos os
indivíduos com mais de 65 anos;
• Indivíduos com deficiência de hormônios sexuais;
• Mulheres na perimenopausa que estejam cogitando usar terapia de
reposição hormonal, para auxiliar esta decisão;
• Pacientes com alterações radiológicas sugestivas de osteopenia
ou que apresentem fraturas osteoporóticas;
• Pacientes em uso de corticoterapia crônica;
• Pacientes com hiperparatiroidismo primário;
• Pacientes em tratamento da osteoporose, para controle da
eficácia da terapêutica.
Além dessas
indicações, existem inúmeras outras condições clínicas que, por
predisporem à perda óssea, são consideradas fatores de risco e
justificam a avaliação. Os fatores de risco são:
Antecedente
genético: Inúmeros trabalhos observacionais
demonstram a agregação familiar de menor massa óssea e a concordância
deste traço em gêmeos mono e dizigóticos. Cerca de 70 a 80% da variação
da densidade mineral óssea pode ser atribuída a fatores genéticos.
Caucasianos e orientais apresentam maior incidência de fraturas do que
populações negras, assim como mulheres de qualquer raça em relação aos
homens. Deste modo, o antecedente familiar, particularmente materno, de
fraturas osteoporóticas é uma indicação para o exame;
Riscos ambientais: Deficiências e/ou distúrbios nutricionais como
baixa ingestão de cálcio, baixo peso, dietas de restrição calórica,
alcoolismo, excessos de sódio e proteína animal; consumo de cigarro;
sedentarismo; longos períodos de imobilização;
Doenças crônicas: Hipertiroidismo, tratamento do câncer
diferenciado de tiróide com doses supressivas de T4, hipercortisolismo,
insuficiência renal crônica, hepatopatias, doença pulmonar obstrutiva
crônica, doenças de má absorção intestinal, hipercalciúria idiopática e
artrite reumatóide. O risco de fraturas também está associado a maior
risco de quedas, principalmente em pacientes com déficit visual, de
força muscular no quadríceps e/ou cognitivo, alterações de marcha e
disfunções neurológicas que afetem o equilíbrio;
Uso crônico de drogas: A incidência de fraturas osteoporóticas em
usuários de corticosteróides por mais de seis meses é de cerca de 30 a
50%. Mesmo doses pequenas de glicocorticóides, incluindo os inalatórios,
podem causar perda óssea na maioria dos indivíduos. Outras drogas
associadas à perda óssea são ciclosporina, bloqueadores da secreção de
gonadotrofinas, heparina, anti-convulsivantes como hidantoína,
carbamazepina e fenobarbitúricos e os quimioterápicos. Drogas que
provoquem hipotensão postural ou alterações do equilíbrio, como
anti-hipertensivos, barbitúricos, benzodiazepínicos e diuréticos, podem
aumentar o risco de quedas. "
atualizado e revisado em
16 abr 2009
Referências
bibliográficas
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Report Series. WHO, Geneva.
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densitometry. Calcif Tissue Int 1997; 61: 433-440
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5. Kanis JA. Diagnosis of Osteoporosis and assessmentof Fracture Risk.
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