FECUNDAÇÃO

Fecundação é a quando o espermatozoide se une ao óvulo e forma o zigoto. Essa formação ocorre no interior das trompas, e o óvulo fecundado em seguida se encaminha na direção do útero.

 

O Zigoto se divide em duas células, depois em quatro células, e assim por diante, até formar o blastocisto, que vai se implantar na parede do útero e em algumas semanas dará origem ao embrião, formando um ninho.

 

 

Quando o embrião atinge o útero, é produzido um hormônio chamado Hormônio Coriônico Gonadotrófico (HCG). É esse hormônio que induz o ovário a produzir estrogênio e a progesterona.

 

O estrogênio e progesterona chegam à hipófise “avisando” que a mulher está grávida. Assim, a hipófise para de produzir os hormônios (FSH e LH) que iriam estimular o ovário parar a ovulação, suspendendo o ciclo menstrual. Quando uma mulher está grávida, é o exame desse hormônio que dá certeza da gravidez. Esse exame costumam dar positivo no primeiro dia de falha da menstruação.

 

Fontes:

Dr. Sérgio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

Magalhães, Ângela Maria. Gravidez. In: Sexo sem medo: um manual de auo-ajuda para mulheres e homens. P43-46. 2003. 1ª Edição. Brasport Livros. Rio de Janeiro – RJ. 

JOHNSTONE, Adam. Biology: facts & practice for A level. Oxford University Press. p. 95, 2001. 

SILVA, Willianne Kaline Alves da. Dissecting the pluripotent state of embryonic stem cells. 2013. 

WEBSTER, William S. et al. Interference with gastrulation during the third week of pregnancy as a cause of some facial abnormalities and CNS defects.American journal of medical genetics, v. 31, n. 3, p. 505-512, 1988. 

TODD, T. Wingate. The pubic symphysis of the guinea‐pig in relation to pregnancy and parturition. American journal of Anatomy, v. 31, n. 4, p. 345-357, 1923. 

MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. The developing human: clinically oriented embryology. 7ª ed. Elsevier. USA, 2003. 

GIDLEY-BAIRD, A. A. et al. Failure of implantation in human in vitro fertilization and embryo transfer patients: the effects of altered progesterone/estrogen ratios in humans and mice. Fertility and sterility, v. 45, n. 1, p. 69-74, 1986. 

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais são os efeitos colaterais comuns do DIU Hormonal?

Os tratamentos médicos e suas possíveis reações adversas podem afetar cada paciente de forma diferente. Abaixo, alguns dos efeitos colaterais que podem estar associados ao DIU Hormonal, embora nem todas as pacientes os apresentem:

  • Mudanças no sangramento menstrual, tais como manchas, sangramento leve, sangramento irregular e interrupção do sangramento;
  • Dor pélvica ou abdominal;
  • Desenvolvimento de cistos nos ovários que, em geral, são resolvidos sem tratamento;
  • Dores de cabeça;
  • Mastalgia;
  • Mudanças na pele (acne).

A maior parte destes efeitos colaterais é observada apenas temporariamente nos primeiros 3 a 6 meses após a colocação do DIU Hormonal.

Consulte sempre seu médico caso apresente algum sintoma que acredite ser relacionado à medicação.

O procedimento para inserção ou retirada do DIU Hormonal é doloroso?

Em geral, o procedimento de inserção do DIU Hormonal é muito bem tolerado e dura poucos minutos, e o de remoção é ainda mais simples e rápido. No ato da inserção pode ocorrer leve sensação de desconforto pélvico, tipo cólica menstrual. Logo após a inserção, também podem ocorrer algumas cólicas, em virtude da adaptação do útero com o DIU Hormonal. Em condições normais estas dores tendem a desaparecer em pouco tempo. Em relação à remoção, a sensação de desconforto leve pode ocorrer nas primeiras horas. Em todas estas situações e, somente se o médico julgar apropriado, medicamentos analgésicos podem ser indicados. O uso de técnicas de colocação corretas e esterilizadas ajudam a prevenir complicações.

Qual é o melhor momento para o médico colocar o DIU Hormonal?

Em mulheres em idade reprodutiva, é recomendável que o DIU Hormonal seja inserido na cavidade uterina no período de até 7 dias após o início da menstruação, pois a inserção nesta fase será mais fácil.

Em se tratando de mulheres que já são usuárias deste método e desejam substituí-Io por um novo, este pode ser introduzido imediatamente após a retirada do anterior. No período pós-parto é recomendável que seja inserido a partir da 6ª semana após o nascimento do bebê. Nos casos de aborto que não tenha qualquer suspeita de infecção, o DIU Hormonal poderá ser inserido logo que o médico julgar pertinente.

Qual é a eficácia do DIU Hormonal?

A eficácia do DIU Hormonal é comparável, na maioria dos casos, à esterilização feminina (laqueadura) e aos mais eficazes dispositivos intrauterinos (DIUs) de cobre ou contraceptivos orais (pílulas) atuais.

No tratamento de sangramento menstrual excessivo, o DIU Hormonal promove uma forte redução de sangramento após três meses de uso. Algumas usuárias não apresentam qualquer sangramento.

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VASECTOMIA, LAQUEADURA TUBÁRIA - PLANEJAMENTO FAMILIAR - BLOCO 2

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