DEPRESSÃO: MAL CADA VEZ MAIS COMUM

A depressão é uma doença que afeta a qualidade de vida, provocando alterações de humor, da qualidade do sono, indisposição e perda do apetite, causando sensação de vazio e tristeza. estima-se que quase 17 milhões de pessoas sofram desse problema em todo mundo, mas muitas não recebem o diagnóstico correto, o que dificulta o tratamento que, em geral, tem alta probabilidade de ser bem sucedido. De acordo com estudo realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, as mulheres estão duas vezes mais propensas a desenvolver depressão por
fatores genéticos, biológicos, reprodutivos e interpessoais, devido às alterações hormonais, gestação e dupla carga de trabalho como mães e profissionais.

 

A depressão pode ser de três tipos: transtorno depressivo maior, caracterizado por tristeza e sensação de vazio, que se repetem várias vezes por dia, durante pelo menos duas semanas; distimia, com sintomas mais amenos que podem durar até dois anos e até evoluir para o transtorno maior; e a depressão bipolar, que é o tipo menos comum e se manifesta por sintomas que variam entre a tristeza profunda e a euforia intensa.

 

Nas mulheres, a incidência da depressão é maior durante a adolescência devido as mudanças de comportamento exigidas pela sociedade e pelas alterações hormonais. Na idade adulta, o estresse da rotina profissional e os ciclos menstruais precedidos por TPM lideram os motivos para o surgimento da doença. Agressões também são causas frequentes de depressão, pois geram nas vítimas sentimentos de insegurança, culpa, isolamento social e baixa autoestima.

 

Depressão: mal cada vez mais comum

Há um tipo particular de depressão que atinge o público feminino. Trata-se da depressão pós-parto, que provoca melancolia muitas vezes pela ansiedade intensa que acomete a mulher logo após o parto devido à mudança brusca de rotina e a chegada do bebê. Normalmente esses sintomas desaparecem à medida que a mulher começa a usufruir a maternidade. porém, se este período for muito longo, é importante procurar ajuda profissional.

 

Fonte:

ABC MED; Depressão em mulheres. Disponível em: http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/5061/-1/depressao-em-mulheres-xcaracteristicas.html. Acesso em 03 de janeiro de 2018

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais as indicações para o uso do DIU Hormonal?

O DIU Hormonal pode ser usado para contracepção (prevenção da gravidez), (menorragia sangramento menstrual excessivo) e para proteção contra hiperplasia endometrial (crescimento excessivo da camada de revestimento do útero) durante a terapia de reposição hormonal.

Como o DIU hormonal funciona?

A parte vertical do T contém um hormônio, levonorgestrel, que é semelhante a um dos hormônios produzidos em seu corpo. O sistema libera o hormônio em uma taxa constante, mas em quantidades muito pequenas (20 microgramas por 24 horas).

A ação contraceptiva do DIU Hormonal ocorre através de 3 mecanismos:

  1. Promove o espessamento do muco normal no canal cervical (abertura para o útero), o que impede o espermatozoide de entrar no útero para fertilizar o óvulo;
  2. Afeta a movimentação do espermatozoide dentro do útero, evitando a fertilização;
  3. Controle do desenvolvimento mensal da camada de revestimento do útero (endométrio) de forma esta não fique suficientemente espessa para possibilitar gravidez.
O que é o DIU Hormonal?

O DIU Hormonal é um sistema intrauterino em forma de T que, após a inserção, libera o hormônio levonorgestrel dentro do útero. O objetivo da forma em T é o de ajustar o sistema de liberação à forma do útero. O braço vertical da estrutura em T consiste em um cilindro contendo o hormônio. Na extremidade deste braço, estão fixados dois fios que se destinam à remoção do DIU Hormonal.

Tenho muita dor de cabeça e cólica durante a pausa da pílula. É normal? O que pode ser feito?

Isso pode ocorrer com algumas mulheres e o motivo parece ser uma resposta à diminuição abrupta do estrogênio durante o período da pausa da pílula. Esse “fenômeno” é incomum e ocorre em uma minoria de mulheres. Existem possibilidades de tratamento sem a necessidade de suspensão do uso das pílulas. Seu ginecologista é a pessoa mais indicada para propor o melhor tratamento para o seu caso.

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