MAIS DA METADE DAS BRASILEIRAS DESCONHECE A DOENÇA QUE PODE CAUSAR INFERTILIDADE

A endometriose é uma doença que afeta 176 milhões de mulheres no mundo todo, sendo que seis milhões dessas são brasileiras. Mesmo com esse número alarmante, segundo pesquisa realizada em 2014 pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE) com o apoio da farmacêutica Bayer, 53% das 10 mil brasileiras entrevistadas desconhecem a doença.

 

Foram entrevistadas mulheres de 10 capitais: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. E quando observamos os dados separadamente, de acordo com a região, os números assustam ainda mais. Pois, em Manaus 82% das entrevistadas não sabem o que é endometriose e apenas 52% das mulheres de São Paulo já ouviram falar sobre a doença que pode até mesmo levar à infertilidade.

 

A enfermidade pode ocorrer a partir da primeira menstruação e afetar a mulher por toda a vida. A endometriose surge quando o tecido do endométrio se aloja fora do útero, como na cavidade abdominal e nos ovários. Os sintomas são cólicas menstruais intensas, dor durante as relações sexuais, alterações intestinais como diarreia, além de dificuldade para engravidar.

 

Mais da metade das brasileiras desconhece a doença que pode causar infertilidade

Os dados da pesquisa são alarmantes, pois 55% das entrevistadas disseram apresentar alguns dos sintomas quando tomaram conhecimento deles, sendo que 7% delas apresentam até cinco sintomas da endometriose. Esses dados revelam que a falta de conhecimento sobre o assunto dificulta a desconfiança da paciente de que algo está errado com seu corpo, atrasando assim o diagnóstico e o tratamento, o que aumenta as chances da endometriose causar infertilidade, muitas vezes de forma irreversível.

 

Além da falta de informações disponíveis para o público leigo, os poucos centros de atendimento especializados também dificultam o diagnóstico da endometriose. A SBE com o apoio da Bayer também conversou com 956 médicos de diversos estados brasileiros e os resultados também surpreenderam. A maioria dos médicos (78%) conhecem os sintomas da doença e 82% saberiam identificar a enfermidade, mas 67% acreditam que os centros de tratamento não são capazes de atender todas as pacientes, e a falta de tratamentos específicos e acesso a exames para o diagnóstico preciso da endometriose foi apontado como os maiores empecilhos para diagnosticar a doença a tempo de realizar o tratamento.

 

A endometriose ainda não tem cura, mas seu tratamento garante a qualidade de vida e a fertilidade da mulher.
Se você apresenta algum dos sintomas da endometriose, procure agora mesmo o seu ginecologista.

 

Fonte:

PARANASHOP; Pesquisa revela que brasileiras não conhecem a endometriose. Disponível em: . Acesso em 11 de março de 2014.

PERGUNTAS FREQUENTES

O DIU hormonal pode me proteger do HIV ou de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis)?

Não. O DIU hormonal não fornece proteção contra o HIV ou ISTs.

Quanto tempo devo esperar para ter relações sexuais após a inserção do DIU hormonal?

É aconselhável aguardar cerca de 24 horas após a inserção antes de ter relação sexual. Porém, logo após a inserção, o DIU hormonal já inicia sua ação contraceptiva. 

Com que frequência devo consultar meu médico após a inserção do DIU hormonal?

Após a inserção do DIU hormonal, é recomendável que seja realizada uma consulta em um período de 4 a 2 semanas para verificar a colocação correta e quaisquer problemas. Posteriormente, é recomendado que se realizem retornos anuais ou mais frequentemente se for clinicamente indicado por seu médico. 

Meu ciclo menstrual mudará com o DIU hormonal?

Depois que o organismo se adaptar, seu ciclo menstrual poderá se tornar irregular. Você também poderá observar manchas ou leve sangramento. Após seu corpo se ajustar, o número de dias de sangramento deverá diminuir e, em algumas usuárias, pararão completamente enquanto o DIU hormonal for utilizado. Isto não será prejudicial à sua saúde. Seu ciclo menstrual retornará ao normal após a remoção do DIU hormonal. 

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