MASTURBAÇÃO FEMININA

A masturbação ainda é vista como um tabu. Quando se fala da prática por mulher o assunto é ainda é mais cercado de pudores. Para quebrar os paradigmas que cercam essa atividade e aproveitar o que ela oferece de melhor, é preciso conhecê-la sem preconceitos.

 

Masturbação é algo natural e faz parte do desenvolvimento sexual de todos os seres humanos e engana-se quem pensa que apenas os homens têm esse hábito. Uma pesquisa realizada por uma marca de roupas íntimas no Reino Unido com 1.000 mulheres com idade entre 18 e 30 anos constatou que 92% das entrevistadas se masturbam, acabando de vez com imaginário popular avesso à masturbação feminina.

 

Ao contrário do que se ouve por ai, o autoestímulo sexual não faz mal à saúde e não altera a anatomia do corpo. É uma forma de conhecer melhor o seu corpo e áreas que causam mais excitação, servindo como uma preparação para a prática sexual. A frequência da masturbação deve seguir a vontade de cada uma e não representa nenhum problema, desde que você se sinta a vontade e que não prejudique outras atividades sociais, a ponto de se tornar um tipo de vício, causar dependência e necessitar de tratamento psicológico, como ocorre com pessoas viciadas em sexo.

 

Masturbação Feminina

Para praticar com segurança é importante utilizar materiais próprios para essa função, feitos de acordo com a anatomia do corpo. Manter a higiene dos objetos, mãos e genitais em dia é fundamental para evitar infecções por bactérias e vírus, pois diversas doenças sexualmente transmissíveis são passadas por fluidos corporais, não necessitando de penetração para que ocorra o contágio. Tomando todos esses cuidados a masturbação se tornará uma pratica prazerosa e de autoconhecimento.

 

Fonte:
TUA SAÚDE; Os benefícios da masturbação para a saúde sexual feminina.
Disponível em: https://www.tuasaude.com/os-beneficios-da-masturbacao-para-a-saude-sexual-feminina/. Acesso em 13 de janeiro 2017.

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais as indicações para o uso do DIU hormonal?

O DIU hormonal pode ser usado para contracepção (prevenção da gravidez), (menorragia sangramento menstrual excessivo) e para proteção contra hiperplasia endometrial (crescimento excessivo da camada de revestimento do útero) durante a terapia de reposição hormonal. 

Como o DIU hormonal funciona?

A parte vertical do T contém um hormônio, levonorgestrel, que é semelhante a um dos hormônios produzidos em seu corpo. O sistema libera o hormônio em uma taxa constante, mas em quantidades muito pequenas (20 microgramas por 24 horas).

A ação contraceptiva do DIU hormonal ocorre através de 3 mecanismos:

  1. Promove o espessamento do muco normal no canal cervical (abertura para o útero), o que impede o espermatozoide de entrar no útero para fertilizar o óvulo;
  2. Afeta a movimentação do espermatozoide dentro do útero, evitando a fertilização;
  3. Controle do desenvolvimento mensal da camada de revestimento do útero (endométrio) de forma esta não fique suficientemente espessa para possibilitar gravidez. 
O que é o DIU hormonal? 

O DIU hormonal é um sistema intrauterino em forma de T que, após a inserção, libera o hormônio levonorgestrel dentro do útero. O objetivo da forma em T é o de ajustar o sistema de liberação à forma do útero. O braço vertical da estrutura em T consiste em um cilindro contendo o hormônio. Na extremidade deste braço, estão fixados dois fios que se destinam à remoção do DIU hormonal. 

Tenho muita dor de cabeça e cólica durante a pausa da pílula. É normal? O que pode ser feito?

Isso pode ocorrer com algumas mulheres e o motivo parece ser uma resposta à diminuição abrupta do estrogênio durante o período da pausa da pílula. Esse “fenômeno” é incomum e ocorre em uma minoria de mulheres. Existem possibilidades de tratamento sem a necessidade de suspensão do uso das pílulas. Seu ginecologista é a pessoa mais indicada para propor o melhor tratamento para o seu caso. 

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