PÍLULA: A MELHOR PARCEIRA CONTRA A CÓLICA

A pílula anticoncepcional, grande aliada das mulheres desde a década de 60, além de agir evitando uma gravidez não planejada, também pode aliviar as insuportáveis cólicas menstruais. Um estudo sueco realizado por pesquisadores da Academia Sahlgrenska da Universidade de Gotemburgo, que levou mais de 30 anos para ser concluído, comprovou que essa ação é efetiva e que mulheres que tomam o medicamento sofrem menos com cólicas comparadas às que não fazem uso.

 

Os anticoncepcionais orais diminuem a produção de prostaglandinas, substâncias que são liberadas durante a menstruação para estimularem as contrações uterinas que causam as terríveis cólicas. Esse método é frequentemente indicado para este fim, ao suspender a menstruação, a cólica também sai de cena, já que o sangramento que ocorre no intervalo entre uma cartela e outra é apenas um sangramento de escape, não a menstruação em si.

 

Uma forma diferente da convencional de utilizar a pílula é tomar de forma contínua. Quando a paciente não realiza os intervalos entre as cartelas, a supressão hormonal é maior e os efeitos negativos da menstruação são amenizados mais rapidamente e de forma prolongada. Porém, ao suspender o uso do medicamento, a cólica voltará junto com a menstruação. Mas lembre-se: as pílulas são medicamentos e apesar de raros efeitos colaterais sérios podem ocorrer, por isso somente um médico poderá dizer qual o melhor tratamento para cada mulher.

Pílula contra a cólica

 

Assim, se você sofre todos os meses com as terríveis cólicas menstruais, não espere pela próxima menstruação. Marque uma consulta com o seu ginecologista e exponha seu problema. assim, o médico poderá indicar qual o melhor anticoncepcional oral para você.

 

Fonte:

LIMA, Geraldo Rodrigues de; GIRÃO, Manoael J. B. C.; BARACAT, Edmund Chada; “Contracepção na Adolescência” in Ginecologia de Consultório. EPM Editora de Projetos Médicos, São Paulo – SP, 2003.

PERGUNTAS FREQUENTES

Tenho muita dor de cabeça e cólica durante a pausa da pílula. É normal? O que pode ser feito?

Isso pode ocorrer com algumas mulheres e o motivo parece ser uma resposta à diminuição abrupta do estrogênio durante o período da pausa da pílula. Esse “fenômeno” é incomum e ocorre em uma minoria de mulheres. Existem possibilidades de tratamento sem a necessidade de suspensão do uso das pílulas. Seu ginecologista é a pessoa mais indicada para propor o melhor tratamento para o seu caso.

O DIU Hormonal pode me proteger do HIV ou de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis)?

Não. O DIU Hormonal não fornece proteção contra o HIV ou ISTs.

Quanto tempo devo esperar para ter relações sexuais após a inserção do DIU Hormonal?

É aconselhável aguardar cerca de 24 horas após a inserção antes de ter relação sexual. Porém, logo após a inserção, o DIU Hormonal já inicia sua ação contraceptiva.

Com que frequência devo consultar meu médico após a inserção do DIU Hormonal?

Após a inserção do DIU Hormonal, é recomendável que seja realizada uma consulta em um período de 4 a 2 semanas para verificar a colocação correta e quaisquer problemas. Posteriormente, é recomendado que se realizem retornos anuais ou mais frequentemente se for clinicamente indicado por seu médico.

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