4 EM CADA 5 ADOLESCENTES ENGRAVIDAM SEM PLANEJAR

Terminar o colégio, fazer faculdade, pós-graduação, intercâmbio, conseguir uma promoção no trabalho, construir uma carreira, casar e ter tempo para curtir a vida a dois. Bom, esses são só alguns dos acontecimentos e conquistas que fazem parte da trajetória de vida que uma adolescente deseja ter. Mas o que fazer quando todos esses planos são interrompidos por uma gravidez não esperada?

 

No Brasil, 1 em cada 2 mulheres ainda engravidam sem planejar, e esse número é ainda maior no caso de adolescentes, quando 4 em cada 5 não esperavam pelo bebê.

 

Apesar de existirem tantos métodos contraceptivos disponíveis, esse problema persiste porque mais de 50% das brasileiras em idade fértil e sexualmente ativas não utilizaram métodos contraceptivos. Com isso, 45% das gestações não planejadas ocorrem pela falta do uso de anticoncepcionais ou pelo uso incorreto deles.

 

Das mulheres que optam pela pílula, 65% esqueceram de tomá-la ao menos uma vez nos três primeiros meses de uso, sendo que a taxa de falha de ação contraceptiva nesses casos chega a 18%.

 

4 em cada 5 adolescentes engravidam sem planejar

Mas esquecer de tomar a pílula é algo muito comum, principalmente na adolescência. Nesses casos a melhor forma de impedir uma gestação é optar pelos métodos contraceptivos de longo prazo, como o DIU de cobre e o DIU hormonal, dispositivos intrauterinos que possuem ação contraceptiva de até cinco anos, além dos implantes hormonais que são introduzidos sob a pele do braço, podendo agir por até três anos. Além de práticos, por não precisar se lembrar de tomar todos os dias, esse tipo de anticoncepcional apresenta uma taxa de eficácia 20 vezes maior do que a pílula.

 

Converse com seu médico e opte por um anticoncepcional que deixe você e seus planos sempre seguros!

 

Assista ao vídeo conheça sobre o cenário das gestações no Brasil.

 

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Fonte:
Vídeo – A Escolha do Método Contraceptivo (https://www.youtube.com/watch?v=cvCJRGh-OCw)

PERGUNTAS FREQUENTES

Pílula anticoncepcional engorda?

Essa é uma dúvida de muitas mulheres que pensam em tomar pílula. A resposta é não. Tomar pílula anticoncepcional não engorda. O que acontece é que os hormônios presentes em muitas delas podem favorecer a retenção de líquidos que acabam provocando o inchaço corporal, mas isso varia de organismo para organismo e de pílula para pílula. Quanto menos hormônio, menos efeitos colaterais o medicamento provoca. Algumas pílulas podem provocar mais retenção de líquidos que outras, dependendo do tipo de hormônio que ela contém.

É normal me sentir enjoada, com desconforto nos seios e ter sangramentos (spotting) quando comecei a tomar pílula?

No início do uso da pílula anticoncepcional é comum ocorrerem alguns desconfortos como enjoo, incômodo nos seios e pequenos sangramentos. Recomenda-se não tomar a pílula de estômago vazio para amenizar estes sintomas. Sobre os sangramentos de escape ou spotting são mais comuns em mulheres que usam pílulas com baixa dosagem hormonal, que no início ainda não fornecem estímulo hormonal suficiente para cicatrizar a camada interna do útero logo após o término da menstruação. Esses sintomas variam de mulher para mulher e devem cessar em poucos meses, pois trata-se de um processo de adaptação do corpo ao hormônio que está sendo ingerido, e isso é normal. Caso esses sintomas não desapareçam em três meses, procure seu ginecologista.

Onde posso saber mais sobre o DIU Hormonal?

Para saber mais sobre o tratamento com o DIU Hormonal, consulte seu médico. Ele poderá fornecer informações adicionais a você e a seu parceiro.

Quando não devo usar o DIU Hormonal?

O DIU Hormonal não deve ser utilizado na presença de qualquer uma das condições descritas a seguir:

  • Doença inflamatória pélvica atual ou recorrente (infecção dos órgãos reprodutores femininos);
  • Ocorrência ou suspeita de gravidez;
  • Infecção do trato genital inferior;
  • Infecção do útero após parto;
  • Infecção do útero após um abortamento ocorrido durante os últimos 3 meses;
  • Infecção do colo do útero;
  • Anormalidades celulares no colo do útero;
  • Ocorrência ou suspeita de câncer do colo do útero ou do útero;
  • Tumores que dependem do hormônio progestógeno para se desenvolver;
  • Sangramento vaginal anormal não diagnosticado;
  • Anormalidade do colo do útero ou do útero, incluindo leiomiomas, se estes causarem deformação da cavidade uterina;
  • Condições associadas com aumento de susceptibilidade a infecções;
  • Presença de doença hepática ou tumor hepático;
  • Hipersensibilidade ao medicamento ou a qualquer constituinte do produto.
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