A DIFERENÇA ENTRE MEDICAMENTOS DE REFERÊNCIA, GENÉRICOS E SIMILARES

Quando o seu médico lhe receita um medicamento, o próximo passo é ir comprá-lo na farmácia. Mas o que fazer se lhe oferecem várias opções?
Segundo o site da Anvisa – a agência nacional que regula a venda de medicamentos -, o medicamento de referência é aquele reconhecido por sua eficácia e segurança e geralmente foi o primeiro a surgir no mercado para curar determinada doença. É também conhecido popularmente como “medicamento de marca”.

 

Já o genérico é uma categoria mais recente no Brasil. O Ministério da Saúde exige testes de bioequivalência para comprovar que o medicamento tem rigorosamente as mesmas características e efeitos sobre o organismo do paciente do que o medicamento de marca.
Dessa forma, o genérico tem equivalência farmacêutica ao de referência – possuindo, portanto, a mesma composição e o mesmo princípio ativo. Deve também ser absorvido em igual quantidade e no mesmo ritmo que o remédio de marca.

 

Por fim, existe ainda o remédio similar. Com o mesmo princípio ativo, concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, o medicamento similar não é, entretanto, bioequivalente ao medicamento de referência. Isso significa que não passou por análises para comprovar que o ritmo e a quantidade de absorção são exatamente iguais aos do remédio original. Desse modo, apesar de ter qualidade assegurada pelo Ministério da Saúde, o medicamento similar não pode substituir os medicamentos de marca na receita médica.

A diferença entre medicamentos de referência, genéricos e similares

 

Com informação, fica mais fácil tomar a decisão certa na hora da compra. Se você estiver pensando em substituir o medicamento da receita, não deixe de checar com o seu médico se essa troca é mesmo segura.

 

Fonte:
ANVISA. Diferenças entre embalagem de genérico e similar. Disponível em: https://www.ufrgs.br/farmacologica/2019/06/21/qual-a-diferenca-entre-medicamentos-de-referencia-generico-e-similar/. Acesso em: 27 de jun. 2013.

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais as indicações para o uso do DIU Hormonal?

O DIU Hormonal pode ser usado para contracepção (prevenção da gravidez), (menorragia sangramento menstrual excessivo) e para proteção contra hiperplasia endometrial (crescimento excessivo da camada de revestimento do útero) durante a terapia de reposição hormonal.

Como o DIU hormonal funciona?

A parte vertical do T contém um hormônio, levonorgestrel, que é semelhante a um dos hormônios produzidos em seu corpo. O sistema libera o hormônio em uma taxa constante, mas em quantidades muito pequenas (20 microgramas por 24 horas).

A ação contraceptiva do DIU Hormonal ocorre através de 3 mecanismos:

  1. Promove o espessamento do muco normal no canal cervical (abertura para o útero), o que impede o espermatozoide de entrar no útero para fertilizar o óvulo;
  2. Afeta a movimentação do espermatozoide dentro do útero, evitando a fertilização;
  3. Controle do desenvolvimento mensal da camada de revestimento do útero (endométrio) de forma esta não fique suficientemente espessa para possibilitar gravidez.
O que é o DIU Hormonal?

O DIU Hormonal é um sistema intrauterino em forma de T que, após a inserção, libera o hormônio levonorgestrel dentro do útero. O objetivo da forma em T é o de ajustar o sistema de liberação à forma do útero. O braço vertical da estrutura em T consiste em um cilindro contendo o hormônio. Na extremidade deste braço, estão fixados dois fios que se destinam à remoção do DIU Hormonal.

Tenho muita dor de cabeça e cólica durante a pausa da pílula. É normal? O que pode ser feito?

Isso pode ocorrer com algumas mulheres e o motivo parece ser uma resposta à diminuição abrupta do estrogênio durante o período da pausa da pílula. Esse “fenômeno” é incomum e ocorre em uma minoria de mulheres. Existem possibilidades de tratamento sem a necessidade de suspensão do uso das pílulas. Seu ginecologista é a pessoa mais indicada para propor o melhor tratamento para o seu caso.

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