CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO INFANTIL

A vacinação das crianças é fundamental para a prevenção de diversas doenças. É importante ficar atento ao período para tomar cada uma das doses dos diferentes tipos de vacina.

 

Tabela de vacinação infantil

 

BCG-ID
Imuniza contra a tuberculose. Aplicada em crianças com no mínimo dois quilos logo após o nascimento e em dose única. Após aplicação da vacina, geralmente no braço direito, é normal que apareça uma pequena lesão avermelhada. em duas a seis semanas a lesão regride até desaparecer, deixando uma pequena cicatriz. Mamãe, não use nenhum tipo de medicamento na casquinha e nem a retire.

 

Febre amarela
A indicação atual é que crianças a partir dos nove meses de idade, que residam ou que irão viajar para área endêmica, sejam vacinadas. Se for viajar para áreas de risco, é fundamental se vacinar contra febre amarela dez dias antes da viagem. Ela é aplicada através de injeção, em dose única, com reforço a cada 10 anos.

 

Calendário de Vacinação Infantil

Hepatite A
A vacina é realizada por injeção em duas doses em um período de seis meses e só pode ser aplicada após o primeiro ano de vida, normalmente aos doze meses, e a segunda dose aos 18 anos. Essa é uma das vacinas não encontrada na rede pública, apenas em clínicas particulares. A criança pode apresentar dor no local da injeção. Esta vacina não é disponibilizada pela rede pública de saúde.

 

HPV
Existem duas vacinas diferentes disponíveis contra o HPV (Papilomavírus Humano) administradas em três doses a partir de 9-10 anos de idade, de acordo com o fabricante.

 

Hepatite B
A imunização contra a hepatite B é realizada em três doses através de injeção, em geral na parte lateral da coxa. A primeira dose da vacina contra a hepatite B deve ser administrada na maternidade, nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido. A segunda dose pode ser feita com um mês de vida ou no segundo mês através da Pentavalente que é aplicada via muscular em crianças pequenas. Crianças nascidas com peso igual ou inferior a dois quilos devem receber a primeira dose ao nascer, a segunda ao completar dois quilos, a terceira um mês após a segunda dose e a quarta, seis meses após a segunda dose. Pode ocorrer dor no local da aplicação e febre.

 

Hemófilos tipo B
A bactéria Haemophilus influenzae tipo B causa meningite (inflamação das membranas que envolvem o cérebro), sinusite e pneumonia. Caso esta vacina seja aplicada junto com a tríplice bacteriana, a criança precisará tomar a quarta dose da hemófilos tipo B.

 

Influenza
Protege a criança contra a gripe. Esta vacina está disponível na rede pública para as gestantes e crianças de seis meses a dois anos de idade nas campanhas de vacinação do Ministério da Saúde. É aplicada através de injeção e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda duas doses no primeiro ano de vida e aos seis e sete meses, além de um reforço anual até os cinco anos de idade. As reações à vacina são febre e dor no local. Se a febre passar de 38º.C, recomenda-se o uso de antitérmico. Esta vacina fica disponível na rede pública de saúde em épocas de campanhas de imunização contra a influenza.

 

Meningocócica C conjugada
A vacina protege da Neisseria meningitidis, que causa meningite em crianças de até quatro anos. A vacina é aplicada através de injeção em duas ou três doses no primeiro ano de vida. Um reforço aos 15 meses é recomendado. Se a criança maior de um ano ainda não foi vacinada, a dose é única. Algumas reações após a aplicação podem ocorrer, como dor no local e febre. Em casos onde a dor seja forte e ou a febre alta, são recomendadas compressas frias no local e antitérmicos são recomendados.

 

Pneumocócica conjugada
Protege as crianças de bactérias do tipo pneumococo, que causam doenças graves como meningite, pneumonia, otite média aguda, sinusite e bacteremia. A vacina é administrada em três doses e mais um reforço. A primeira dose é oferecida no segundo mês de vida, as próximas aos quatro e seis meses, respectivamente. O reforço é feito aos 12 meses.

 

Poliomielite (VIP – vírus inativados)
Imuniza a criança contra a poliomielite ou paralisia infantil. Existem dois tipos de vacina contra a poliomielite a VOP (oral) que utiliza o vírus em estado atenuado e a VIP (injetável) que utiliza o vírus em estado inativado. A VOP (oral), antes de meados de 2012, era a vacina utilizada pelo Ministério da Saúde. Para as primeira e segunda doses o Ministério passou a oferecer a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). Praticamente não há reação contra a VOP. Às vezes a criança pode apresentar diarreia. Deve-se prevenir a regurgitação até 30 minutos após a aplicação da vacina. Portanto, evite amamentar antes para que a criança não vomite.

 

Rotavírus
A vacinação é feita por via oral em duas doses. As reações são pouco comuns. A primeira dose da vacina deve ser dada aos dois meses e a segunda aos quatro meses. É possível administrar a primeira dose da vacina a partir de um mês e 15 dias a três meses e sete dias de idade (6 a 14 semanas de vida) e a segunda dose a partir de três meses e sete dias a cinco meses e 15 dias de idade (14 a 24 semanas de vida).

 

Tríplice bacteriana (DTP) ou (DTPA)
Protege a criança de três doenças: Difteria, tétano e coqueluche. É uma vacina combinada e é aplicada através de injeção em cinco doses, aos dois, quatro e seis meses, através da vacina Pentavalente e dois reforços apenas com a Tríplice Bacteriana (DTP) aos 15 meses e o segundo entre quatro e seis anos. Esta vacina não é disponibilizada pela rede pública de saúde.

 

Tríplice viral (SRC):
A Tríplice Viral protege a criança de três doenças: sarampo, rubéola e caxumba. É uma vacina combinada e é aplicada através de injeção em dose única aos 12 meses de idade e um reforço entre os quatro e seis anos de vida ou nas campanhas de vacinação.

 

Varicela (catapora):
A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda duas doses da vacina contra a varicela (uma a partir dos 12 meses e outra aos quatro a seis anos de idade). Estima-se que uma única dose da vacina em crianças até 12 anos propicie 70 a 90% de proteção contra a infecção e 95 a 98% de proteção contra as formas graves. Mesmo assim, a SBP recomenda a segunda dose para que o fator de proteção contra a infecção também chegue perto dos 100%. Esta vacina não é disponibilizada pela rede pública de saúde.

 

Referências

 

PERGUNTAS FREQUENTES

Uma mulher engravidou mesmo tendo endometriose. Ela corre o risco de perder o bebê?

Não, de maneira alguma.

Bebidas alcoólicas podem interferir no efeito da pílula anticoncepcional?

Não, se o álcool for ingerido em pequenas quantidades. Mas se a mulher vomitar logo após tomar a pílula, deverá tomar outra.

Tomo pílula regularmente. Meu dia fértil continua sendo o 14º? Quando ocorre a ovulação de quem toma pílula? Esqueci um dia (era exatamente o 14º dia), depois disso não tive mais relações sexuais e voltei a tomar normalmente, mas sem tomar as duas juntas.

A pílula anticoncepcional é anovulatória, portanto, suspende a ovulação. Não há dia fértil para quem toma a pílula corretamente.

Posso engravidar durante a pausa da pílula, mesmo se não ocorrer menstruação?

Se a pílula estiver sendo tomada corretamente, as chances de gravidez são mínimas.

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