ESPERMICIDA

Espermaticida ou espermicida é uma substância química que imobiliza e destrói os espermatozoides durante o ato sexual. Os espermicidas podem ser em creme, géis, supositórios, sprays e espumas. Esses tipos de espermicidas devem ser introduzidos dentro da vagina antes da relação. É possível encontrar o agente espermaticida também em comprimido, que deve ser ingerido 10 minutos antes da relação.

 

Esse método pode ser utilizado juntamente com o DIU, a camisinha ou o diafragma. O tempo de ação do produto é de 2 horas e é necessária a reaplicação para relações mais longas.

 

É um método contraceptivo pouco recomendado, pois sua eficiência é menor do que a da camisinha e não protege das ISTs, caso seja utilizado sozinho. Além de apresentar um alto índice de falha, pode causar irritação, ulceração cérvico-vaginal e peniana.

 

Para muitas pessoas, o uso desse método contraceptivo prejudica a espontaneidade. Além disso, o escoamento do produto pela vagina após o término do contato sexual pode ser motivo de constrangimento. Outro desconforto apresentado é o sabor medicinal, que pode comprometer o sexo oral.

 

Atualmente, as camisinhas já contêm espermicidas para aumentar a eficácia contraceptiva. Por se tratar de um método químico, a mulher deve primeiramente consultar seu médico para tirar dúvidas e obter mais esclarecimentos.

Espermaticida

 

Fontes:

Dr. Sérgio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

Lopes, Sônia. Rosso, Sérgio. Biologia Volume Único.1.ed.Editora Saraiva. São Paulo, 2005.

Monteoliva, José Maria. A sexualidade. In: Contracepção. 1996. P – 26. Editora Loyola. São Paulo- SP. 

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais são os efeitos colaterais comuns do DIU Hormonal?

Os tratamentos médicos e suas possíveis reações adversas podem afetar cada paciente de forma diferente. Abaixo, alguns dos efeitos colaterais que podem estar associados ao DIU Hormonal, embora nem todas as pacientes os apresentem:

  • Mudanças no sangramento menstrual, tais como manchas, sangramento leve, sangramento irregular e interrupção do sangramento;
  • Dor pélvica ou abdominal;
  • Desenvolvimento de cistos nos ovários que, em geral, são resolvidos sem tratamento;
  • Dores de cabeça;
  • Mastalgia;
  • Mudanças na pele (acne).

A maior parte destes efeitos colaterais é observada apenas temporariamente nos primeiros 3 a 6 meses após a colocação do DIU Hormonal.

Consulte sempre seu médico caso apresente algum sintoma que acredite ser relacionado à medicação.

O procedimento para inserção ou retirada do DIU Hormonal é doloroso?

Em geral, o procedimento de inserção do DIU Hormonal é muito bem tolerado e dura poucos minutos, e o de remoção é ainda mais simples e rápido. No ato da inserção pode ocorrer leve sensação de desconforto pélvico, tipo cólica menstrual. Logo após a inserção, também podem ocorrer algumas cólicas, em virtude da adaptação do útero com o DIU Hormonal. Em condições normais estas dores tendem a desaparecer em pouco tempo. Em relação à remoção, a sensação de desconforto leve pode ocorrer nas primeiras horas. Em todas estas situações e, somente se o médico julgar apropriado, medicamentos analgésicos podem ser indicados. O uso de técnicas de colocação corretas e esterilizadas ajudam a prevenir complicações.

Qual é o melhor momento para o médico colocar o DIU Hormonal?

Em mulheres em idade reprodutiva, é recomendável que o DIU Hormonal seja inserido na cavidade uterina no período de até 7 dias após o início da menstruação, pois a inserção nesta fase será mais fácil.

Em se tratando de mulheres que já são usuárias deste método e desejam substituí-Io por um novo, este pode ser introduzido imediatamente após a retirada do anterior. No período pós-parto é recomendável que seja inserido a partir da 6ª semana após o nascimento do bebê. Nos casos de aborto que não tenha qualquer suspeita de infecção, o DIU Hormonal poderá ser inserido logo que o médico julgar pertinente.

Qual é a eficácia do DIU Hormonal?

A eficácia do DIU Hormonal é comparável, na maioria dos casos, à esterilização feminina (laqueadura) e aos mais eficazes dispositivos intrauterinos (DIUs) de cobre ou contraceptivos orais (pílulas) atuais.

No tratamento de sangramento menstrual excessivo, o DIU Hormonal promove uma forte redução de sangramento após três meses de uso. Algumas usuárias não apresentam qualquer sangramento.

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