MANCHAS NA PELE: COMO CUIDAR DA PELE NOS PERÍODOS DE ALTERAÇÃO HORMONAL

Existem diversos tipos de pintas, sardas e manchas bem conhecidas pelos dermatologistas. Elas aparecem, geralmente, devido a fatores genéticos ou à exposição solar. Porém, durante períodos de alteração hormonal como a gravidez, a primeira menstruação e a menopausa, é comum o surgimento de manchas na pele. Continue a leitura para saber como cuidar da pele e preveni-las com dicas práticas.

 

Formas de evitar manchas na pele no dia a dia

 

Use filtro solar no rosto diariamente – além de proteger contra o sol, câncer de pele, envelhecimento precoce e queimadura solar, previne manchas na pele indesejáveis e também auxilia no tratamento de uma série de lesões pele. É o caso do melasma, que são manchas escuras normalmente no rosto, mas que também podem aparecer nos braços, no pescoço e no colo. Ele está relacionado ao uso de anticoncepcionais femininos, à gravidez e, principalmente, à exposição solar.

 

Mantenha a pele hidratada – uma boa hidratação ajuda no viço e na beleza da pele. Além de preservar a integridade da camada de proteção cutânea e evitar manchas na pele e lesões como descamação, ressecamento, envelhecimento precoce, irritações e infecções. Utilize produtos adequados ao seu tipo de pele e lembre-se de reforçar os cuidados principalmente depois de “agressões”, como tomar muito sol ou dormir maquiada.

 

Gineco - Como Cuidar da Pele

Cuidado com a depilação – alguns métodos, como o laser ou a luz intensa pulsada, podem ser menos agressivos que a lâmina quando feitos por profissionais qualificados. Eles não causam manchas na pele.

 

Se você estiver em dúvida sobre quais cuidados são os mais adequados para o seu tipo de pele, consulte um dermatologista, Inclusive se perceber alguma alteração na pele, seja devido à depilação ou outro motivo, converse com ele para que indique a melhor forma de tratamento.

 

Referências

 

- Sociedade Brasileira de Dermatologia. CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE. Disponível em: https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/cuidados/cuidados-diarios-com-a-pele/. Acesso em: 11.02.2021.

 

- Sociedade Brasileira de Dermatologia. MELASMA. Disponível em: https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/melasma/13/. Acesso em: 11.02.2021.

 

-Sociedade Brasileira de Dermatologia. DEPILAÇÃO A LASER. Disponível em: https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/procedimentos/depilacao-a-laser/4/. Acesso em: 11.02.2021.

 

- Sociedade Brasileira de Dermatologia - RS. DEPILAÇÃO EXIGE ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL E CUIDADO MÉDICO. Disponível em: https://sbdrs.org.br/depilacao-exige-acompanhamento-profissional-e-cuidado-medico/. Acesso em: 11.02.2021.

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais são os efeitos colaterais comuns do DIU hormonal?

Os tratamentos médicos e suas possíveis reações adversas podem afetar cada paciente de forma diferente. Abaixo, alguns dos efeitos colaterais que podem estar associados ao DIU hormonal, embora nem todas as pacientes os apresentem:

  • Mudanças no sangramento menstrual, tais como manchas, sangramento leve, sangramento irregular e interrupção do sangramento;
  • Dor pélvica ou abdominal;
  • Desenvolvimento de cistos nos ovários que, em geral, são resolvidos sem tratamento; 
  • Dores de cabeça;
  • Mastalgia;
  • Mudanças na pele (acne).

A maior parte destes efeitos colaterais é observada apenas temporariamente nos primeiros 3 a 6 meses após a colocação do DIU hormonal.

Consulte sempre seu médico caso apresente algum sintoma que acredite ser relacionado à medicação. 

O procedimento para inserção ou retirada do DIU hormonal é doloroso?

Em geral, o procedimento de inserção do DIU hormonal é muito bem tolerado e dura poucos minutos, e o de remoção é ainda mais simples e rápido. No ato da inserção pode ocorrer leve sensação de desconforto pélvico, tipo cólica menstrual. Logo após a inserção, também podem ocorrer algumas cólicas, em virtude da adaptação do útero com o DIU hormonal. Em condições normais estas dores tendem a desaparecer em pouco tempo. Em relação à remoção, a sensação de desconforto leve pode ocorrer nas primeiras horas. Em todas estas situações e, somente se o médico julgar apropriado, medicamentos analgésicos podem ser indicados. O uso de técnicas de colocação corretas e esterilizadas ajudam a prevenir complicações. 

Qual é o melhor momento para o médico colocar o DIU hormonal?

Em mulheres em idade reprodutiva, é recomendável que o DIU hormonal seja inserido na cavidade uterina no período de até 7 dias após o início da menstruação, pois a inserção nesta fase será mais fácil.

Em se tratando de mulheres que já são usuárias deste método e desejam substituí-Io por um novo, este pode ser introduzido imediatamente após a retirada do anterior. No período pós-parto é recomendável que seja inserido a partir da 6ª semana após o nascimento do bebê. Nos casos de aborto que não tenha qualquer suspeita de infecção, o DIU hormonal poderá ser inserido logo que o médico julgar pertinente. 

Qual é a eficácia do DIU hormonal?

A eficácia do DIU hormonal é comparável, na maioria dos casos, à esterilização feminina (laqueadura) e aos mais eficazes dispositivos intrauterinos (DIUs) de cobre ou contraceptivos orais (pílulas) atuais.

No tratamento de sangramento menstrual excessivo, o DIU hormonal promove uma forte redução de sangramento após três meses de uso. Algumas usuárias não apresentam qualquer sangramento. 

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