PÍLULA: CONHEÇA A EVOLUÇÃO DO MÉTODO CONTRACEPTIVO MAIS USADO NO MUNDO

Com os primeiros indícios em Hipócrates, que sabia que a semente da cenoura selvagem era capaz de impedir a gravidez; em Aristóteles, que mencionou a ação contraceptiva da Menta pulegium, ambos mais de trezentos anos antes de Cristo e, em Políbio, que em II a. C. registrou o controle populacional grego, a história da contracepção oral nunca parou de evoluir. Séculos mais tarde, a noretisterona, um tipo de hormônio sintético comum à progesterona, foi sintetizada a partir de uma planta por Djerassi em 1950. Mas foi só em 1960, com Colton e Pincus (foto) que a primeira pílula anticoncepcional foi produzida através da combinação de um novo progestógeno, o noretinodrel, combinado ao estrogênio sintético, tornando este último médico conhecido como o “pai da pílula anticoncepcional”. Daí em diante, a evolução não parou mais.

 

Atualmente, após mais de cinco décadas de evolução, grande parte das pílulas anticoncepcionais tem em sua composição o etinilestradiol e o valerato de estradiol, mas a real diferença entre os dois hormônios não é conhecida de todos. O etinilestradiol é um estrogênio sintético derivado do 17-beta-estradiol, ou seja, produzido em laboratório, é bioativo e largamente utilizado em anticoncepcionais orais combinados. Esse hormônio é absorvido pelo intestino e é metabolizado no fígado.

 

Já o valerato de estradiol, é um hormônio idêntico ao estrogênio produzido pela mulher. Sua matéria-prima é derivada de vegetais e por síntese em laboratório o hormônio é produzido de forma idêntica ao excretado pelo corpo feminino.

 

A evolução das pílulas não tem limite e se antes elas apenas impediam a gravidez, hoje elas trazem bônus para as mulheres. Consulte o seu ginecologista sobre o uso de contraceptivos orais e veja qual a melhor opção para a sua saúde.

 

Fontes:

LIMA, Geraldo Rodrigues de; GIRÃO, Manoael J. B. C.; BARACAT, Edmund Chada; “Contracepção na Adolescência” in Ginecologia de Consultório. EPM Editora de Projetos Médicos, São Paulo – SP, 2003.

BAYER PHARMA; Breve História da Contracepção. Disponível em: https://m.pharma.bayer.com.br/pt/areas-terapeuticas/saude-de-a-a-z/contracepcao/metodos-contraceptivos/historia-contracepcao/. Acessado em 11.02.2021.

CASA SAUDÁVEL; Estreia no Brasil pílula natural. Disponível em: https://m.blogs.ne10.uol.com.br/casasaudavel/2011/03/20/estreia-no-brasil-pilula-natural/. Acesso em 11.02.2021.

Foto: http://en.wikipedia.org/wiki/Gregory_Goodwin_Pincus

Pílula: Conheça a evolução do método contraceptivo mais usado no mundo

PERGUNTAS FREQUENTES

O DIU Hormonal pode me proteger do HIV ou de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis)?

Não. O DIU Hormonal não fornece proteção contra o HIV ou ISTs. 

Quanto tempo devo esperar para ter relações sexuais após a inserção do DIU Hormonal?

É aconselhável aguardar cerca de 24 horas após a inserção antes de ter relação sexual. Porém, logo após a inserção, o DIU Hormonal já inicia sua ação contraceptiva. 

Com que frequência devo consultar meu médico após a inserção do DIU Hormonal?

Após a inserção do DIU Hormonal, é recomendável que seja realizada uma consulta em um período de 4 a 2 semanas para verificar a colocação correta e quaisquer problemas. Posteriormente, é recomendado que se realizem retornos anuais ou mais frequentemente se for clinicamente indicado por seu médico. 

Meu ciclo menstrual mudará com o DIU Hormonal?

Depois que o organismo se adaptar, seu ciclo menstrual poderá se tornar irregular. Você também poderá observar manchas ou leve sangramento. Após seu corpo se ajustar, o número de dias de sangramento deverá diminuir e, em algumas usuárias, pararão completamente enquanto o DIU Hormonal for utilizado. Isto não será prejudicial à sua saúde. Seu ciclo menstrual retornará ao normal após a remoção do DIU Hormonal. 

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