PESQUISA REVELA USO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE AUTODIAGNÓSTICO

No início de 2014 realizamos aqui no Gineco.com.br uma enquete para conhecer mais sobre as usuárias e seus hábitos em relação a saúde. Cerca de 800 pessoas responderam de forma anônima e espontânea. Veja abaixo os gráficos e comentários sobre os resultados:
Perfil dos usuários que responderam à pesquisa:

Resultado da Enquete
Resultado da Enquete

Os perigos do autodiagnóstico e da automedicação

 

O famoso ditado “de médico e louco todo mundo tem um pouco” exprime bem uma boa parcela da nossa população. Com a difusão do conhecimento através da internet ficou mais fácil para as pessoas saberem mais sobre o que as aflige.
Em nossa pesquisa realizada com homens e mulheres, em sua maioria entre os 18 e 35 anos, revelou que quando eles possuem algum sintoma que os incomoda ou desconforto relacionado à saúde, 38% deles costumam consultar a internet, 15% perguntam para amigos ou parentes, 5% procuram uma farmácia e apenas 33% procuram um médico, ou seja, 67% das pessoas não procuram um médico, que seria o recomendado nestes casos.

Resultado da Enquete

Entre as mulheres, 26% responderam que nunca haviam ido ao ginecologista e 34% consultavam o ginecologista menos de uma vez ao ano ou somente quando tinham algum desconforto ou sintoma. A ida rotineira ao ginecologista leva ao rastreamento e prevenção de diversas doenças.

Resultado da Enquete

Não ir ao médico e se “consultar” na internet pode acarretar diversos problemas à saúde por atrasar o início do tratamento. Quanto antes se inicia um tratamento, seja ele qual for, maiores são as chances de cura.

 

O fato de buscar saber sobre sintomas na internet também pode causar pânico desnecessário, pois muitas vezes indica um diagnóstico mais grave e raro do que de fato é. Conversar com amigos e parentes sempre ajuda, mas lembre-se: cada caso é um caso e o que foi bom para uma pessoa pode não funcionar e até prejudicar outra, mesmo que sejam parentes.
É recomendável que as mulheres consultem um médico Ginecologista ao menos uma vez ao ano para um exame preventivo ou ao primeiro sinal de um sintoma ou desconforto mesmo que antes do retorno previsto.

 

Acesse a nossa agenda de visita médica (https://www.gineco.com.br/saude-feminina/exames-de-rotina/agenda-de-visita-medica/) para receber um lembrete da consulta anual preventiva.

 

Para fazer o download dos resultados da pesquisa, clique aqui

 

Fonte:
Thaís Emy Ushikusa
Ginecologista e obstetra.

 

Dados da enquete realizada com usuários do site www.gineco.com.br entre Dez/13 e Fev/14

PERGUNTAS FREQUENTES

O DIU Hormonal pode me proteger do HIV ou de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis)?

Não. O DIU Hormonal não fornece proteção contra o HIV ou ISTs. 

Quanto tempo devo esperar para ter relações sexuais após a inserção do DIU Hormonal?

É aconselhável aguardar cerca de 24 horas após a inserção antes de ter relação sexual. Porém, logo após a inserção, o DIU Hormonal já inicia sua ação contraceptiva.

Com que frequência devo consultar meu médico após a inserção do DIU Hormonal?

Após a inserção do DIU Hormonal, é recomendável que seja realizada uma consulta em um período de 4 a 2 semanas para verificar a colocação correta e quaisquer problemas. Posteriormente, é recomendado que se realizem retornos anuais ou mais frequentemente se for clinicamente indicado por seu médico. 

Meu ciclo menstrual mudará com o DIU Hormonal?

Depois que o organismo se adaptar, seu ciclo menstrual poderá se tornar irregular. Você também poderá observar manchas ou leve sangramento. Após seu corpo se ajustar, o número de dias de sangramento deverá diminuir e, em algumas usuárias, pararão completamente enquanto o DIU Hormonal for utilizado. Isto não será prejudicial à sua saúde. Seu ciclo menstrual retornará ao normal após a remoção do DIU Hormonal. 

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