Sangramento Uterino Anormal (SUA): sintomas e causas

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Sangramento Uterino Anormal (SUA): sintomas e causas

Condição é mais comum do que se imagina, a boa notícia é que tem tratamento

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Condição é mais comum do que se imagina, a boa notícia é que tem tratamento

 

O sangramento uterino anormal (SUA) é uma das queixas ginecológicas mais comuns em mulheres em idade reprodutiva. O termo refere-se a qualquer padrão de sangramento que  pode ser considerado anormal para uma mulher durante o período menstrual. Entenda o que é o SUA, quais seus sintomas, causas e as principais opções de tratamento, incluindo o DIU hormonal.1

 

1. O que é

O SUA refere-se a qualquer padrão de sangramento menstrual que difere do normal, em termos de duração, volume, frequência ou regularidade. Esse sangramento não apenas se limita ao período menstrual, mas a qualquer sangramento vaginal que ocorra fora do padrão regular.2

 

2. Sintomas2

 

  • Menstruação que dura mais de 7 dias.
  • Sangramentos entre os períodos menstruais.
  • Menstruações com intervalos de menos de 24 dias ou mais de 38.
  • Sangramento após a menopausa.
  • Menstruação extremamente intensa, onde a troca de absorvente torna-se necessária a cada hora.

 

3. Causas3
  • Desequilíbrio hormonal: oscilações nos níveis de estrogênio e progesterona.
  • Miomas uterinos: tumores benignos que se desenvolvem no útero.
  • Pólipos uterinos: crescimentos benignos no revestimento do útero.
  • Adenomiose: o tecido que reveste o útero cresce em sua parede muscular.
  • Câncer: câncer de endométrio ou do colo do útero.

 

4. Diagnóstico4

Para determinar se o sangramento anormal está sendo causado pela condição, a ginecologista pode solicitar os seguintes exames:  

 

  • História clínica: perguntas sobre a menstruação, histórico familiar e outros sintomas potencialmente relacionados.
  • Exame pélvico: avaliação do sistema reprodutivo.
  • Ultra-sonografia: para visualizar o útero, ovários e pelve.
  • Biópsia endometrial: coleta de uma amostra do revestimento do útero.
  • Histeroscopia: procedimento que utiliza uma câmera fina para examinar o interior do útero.

 

5. Tratamento4

 

A abordagem terapêutica varia conforme a causa do SUA:

 

  • DIU com liberação de levonorgestrel: libera um hormônio que pode reduzir ou até eliminar o sangramento anormal.
  • Pílulas anticoncepcionais: podem ajudar a regular o ciclo menstrual.
  • Procedimentos cirúrgicos: como a ablação endometrial, que destroi o revestimento do útero para tratar sangramento intenso.
  • Histerectomia: remoção cirúrgica do útero, usada em situações mais graves.

 

O SUA é uma condição que pode afetar significativamente a sua qualidade de vida. A compreensão das causas e tratamentos disponíveis é fundamental para garantir o cuidado adequado, por isso, fale com quem cuida da sua saúde reprodutiva. 

 

Referências:

1. American College of Obstetricians and Gynecologists. (2013). ACOG Practice Bulletin No. 128: Diagnosis of Abnormal Uterine Bleeding in Reproductive-Aged Women. Obstetrics & Gynecology, 121(1), 197-206.

2. Benetti-Pinto CL, Rosa-E-Silva ACJS, Yela DA, Soares Júnior JM. Abnormal Uterine Bleeding. Rev Bras Ginecol Obstet. 2017 Jul;39(7):358-368. doi: 10.1055/s-0037-1603807. Epub 2017 Jun 12. PMID: 28605821; PMCID: PMC10416181.

3. Munro MG, Critchley HOD, Broder MS, Fraser IS; FIGO Working Group on Menstrual Disorders. (2011). FIGO classification system (PALM-COEIN) for causes of abnormal uterine bleeding in nongravid women of reproductive age. International Journal of Gynaecology and Obstetrics, 113(1), 3-13.

4. Fraser IS, et al. (2015). The FIGO recommendations on terminologies and definitions for normal and abnormal uterine bleeding. Seminars in Reproductive Medicine, 29(5), 383-90.

 

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Contracepção x Doenças Crônicas

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Contracepção x Doenças Crônicas

Entenda qual método escolher para esses casos

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Entenda qual método escolher para esses casos

 

Parte importante do planejamento familiar e da saúde reprodutiva, a escolha do método contraceptivo pode enfrentar alguns complicadores para mulheres que têm doenças crônicas. Algumas dessas condições podem influenciar a eficácia e segurança desses métodos, reduzindo as opções de escolha. No entanto, a ciência caminhou para que todas tenham acesso a métodos contraceptivos eficazes1. Entenda qual a melhor opção para cada caso.

 

Diabetes2

Mulheres com diabetes, especialmente aquelas que apresentam complicações, devem ser cautelosas ao escolher um método contraceptivo.

 

  • Recomendado: DIU, tanto o de cobre quanto o hormonal, é considerado seguro e eficaz para mulheres diabéticas.
  • Cautela: pílulas contraceptivas combinadas (estrogênio e progesterona) podem influenciar o metabolismo da glicose e requerem monitoramento cuidadoso.

 

Hipertensão2

Mulheres com pressão alta precisam considerar o impacto potencial dos contraceptivos em sua condição.

 

  • Recomendado: o DIU, tanto o de cobre quanto o hormonal, é uma excelente opção, pois não apresenta os riscos cardiovasculares associados a algumas outras formas de contracepção.
  • Cautela: contraceptivos orais combinados podem elevar a pressão arterial em algumas mulheres.

 

Doenças Cardíacas2

Condições que afetam o coração demandam uma escolha contraceptiva meticulosa para evitar complicações adicionais.

 

  • Recomendado: o DIU é amplamente recomendado devido à sua natureza não sistêmica e ausência de riscos associados ao estrogênio.
  • Cautela: Pílulas combinadas (estrogênio e progesterona), adesivos e anéis vaginais, todos contendo estrogênio, podem aumentar o risco de trombose.

 

Epilepsia2

A interação entre contraceptivos e antiepilépticos é uma preocupação principal.

 

  • Recomendado: DIU de cobre é uma opção segura e não é afetado por medicamentos antiepilépticos.

 

Lupus Eritematoso Sistêmico (LES)2

O LES é uma doença autoimune, e a contracepção pode ser um desafio, principalmente se a paciente tiver anticorpos antifosfolípides.

 

  • Recomendado: DIU, especialmente o hormonal, é frequentemente a primeira escolha para mulheres com LES que não possuem anticorpos antifosfolípides.
  • Cautela: Pílulas contendo estrogênio são geralmente evitadas, especialmente em mulheres com anticorpos antifosfolípides, devido ao risco aumentado de trombose.

 

Doenças da Tireoide2

Mulheres com distúrbios da tireoide devem considerar possíveis interações entre seus medicamentos e contraceptivos.

 

  • Recomendado: DIU, seja de cobre ou hormonal, é seguro e não interfere no tratamento da tireoide.

 

DIU como a melhor recomendação 

Para quem sofre com doenças crônicas, o DIU surge frequentemente como uma opção de destaque devido à sua segurança, eficácia e mínima interação com outros medicamentos ou condições.

 

No entanto, se você tem alguma doença crônica, é preciso conversar com a sua ginecologista para levar em consideração todas as nuances da sua condição de saúde e das suas necessidades específicas.3

 

Referências:

1. Curtis, K. M., Tepper, N. K., Jatlaoui, T. C., et al. (2016). U.S. Medical Eligibility Criteria for Contraceptive Use, 2016. Morbidity and Mortality Weekly Report, 65(3), 1–103.

2. Altshuler AL, Gaffield ME, Kiarie JN. The WHO's medical eligibility criteria for contraceptive use: 20 years of global guidance. Curr Opin Obstet Gynecol. 2015 Dec;27(6):451-9. doi: 10.1097/GCO.0000000000000212. PMID: 26390246; PMCID: PMC5703409.

3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.Política nacional de atenção integral à saúde da mulher: princípios e diretrizes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.– Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Acesso em outubro de 2023.

 

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Trombose: quais os melhores métodos contraceptivos para esses casos?

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Trombose: quais os melhores métodos contraceptivos para esses casos? 

Conheça as opções que não impactam no seu planejamento familiar

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Conheça as opções que não impactam no seu planejamento familiar 

 

Você já deve ter ouvido falar sobre o tromboembolismo venoso (TEV). Trata-se de uma preocupação médica relevante que envolve a formação de coágulos de sangue nas veias, muitas vezes resultando em condições graves como a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP).2 Infelizmente as mulheres, devido a fatores genéticos e hormonais, são frequentemente mais suscetíveis a esse problema, tornando essencial a escolha do método contraceptivo correto.1

 

Para mulheres que já tiveram ou estão em risco de desenvolver trombose, a seleção de um método contraceptivo seguro é fundamental. Conheça as melhores opções disponíveis. Um spoiler: o DIU aparece na seleção como uma excelente escolha.

 

A relação entre contracepção e trombose: por que precisamos falar sobre isso 

 

Certos hormônios femininos, sejam os produzidos naturalmente pelo corpo ou aqueles que são ingeridos como parte da contracepção, podem aumentar o processo de coagulação sanguínea, principalmente em mulheres que já têm um histórico familiar de trombose. Isto é corroborado por estudos que indicam a relação entre a trombose e o uso de certos hormônios1. Por isso, é muito importante selecionar métodos contraceptivos que não aumentem o risco de trombose.

 

Métodos contraceptivos para mulheres com histórico de trombose

 

Contraceptivos orais: muitos contraceptivos orais contêm estrogênio, um hormônio que pode aumentar o risco de formação de coágulos sanguíneos em algumas mulheres. Portanto, mulheres com histórico de TEV ou com alto risco de desenvolver a condição geralmente são aconselhadas a evitar esses contraceptivos.3

 

Contraceptivos progestogênicos: são uma alternativa aos contraceptivos orais à base de estrogênio e geralmente são considerados mais seguros para mulheres em risco de trombose.3

 

DIU: O Dispositivo Intrauterino é frequentemente destacado como uma das melhores opções para mulheres com histórico de trombose. Há dois tipos principais de DIU: o de cobre e o hormonal. O DIU de cobre não contém hormônios, tornando-o uma escolha ideal para mulheres preocupadas com a trombose. O DIU hormonal libera uma pequena quantidade de progestina, que geralmente não está associada ao aumento do risco de TEV, estando indicado inclusive para as mulheres que já tiveram TEV ou que tenham algum antecedente familiar de TEV.

 

Por que o DIU é uma ótima opção?4

 

  • Sem Estrogênio: o DIU, especialmente o tipo de cobre, não contém estrogênio, o principal hormônio associado ao aumento do risco de trombose.
  • Longa Duração: uma vez inserido, o DIU pode durar de 5 a 10 anos, dependendo do tipo, tornando-o uma opção de longo prazo sem a necessidade de lembrar de tomar uma pílula diariamente.
  • Reversibilidade: o DIU pode ser removido a qualquer momento por um profissional de saúde, e a fertilidade geralmente retorna rapidamente após a remoção.>
  • Eficiência: é um dos métodos contraceptivos mais eficazes disponíveis atualmente.

 

Se estiver com dúvidas, fale sempre com quem cuida da sua saúde reprodutiva, especialmente se você tem histórico de trombose ou outros riscos de saúde.

 

Referências:

1. Cannegieter SC, Rosendaal FR. "Pregnancy and travel-related thromboembolism." Thromb Res. 2013;131(1):S55-58.

2. Lensing AWA, Prandoni P, Prins MH, Büller HR. "Deep-vein thrombosis." Lancet 1999; 353: 479–85.

3. Dhont M. History of oral contracception. Eur J Contracep Reprod Health Care. 2010;15(S2):S12-18.

4. Braga GC, Brito MB, Ferriani RA, et al. Oral anticoagulant therapy does not modify the bleeding pattern associated with the levonorgestrel-releasing intrauterine system in women with thrombophilia and/or a history of thrombosis. Contraception.2014;89(1):48-53.

 

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TROMBOEMBOLISMO VENOSO
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Tromboembolismo venoso

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Tromboembolismo venoso

Tromboembolismo venoso (TEV) é o termo empregado para designar a combinação de duas doenças, a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A trombose venosa profunda é uma doença causada pela formação de coágulos no interior das veias profundas, geralmente nos membros inferiores. E embolia pulmonar é a obstrução das artérias do pulmão causada pela formação de coágulos (trombo).

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Tromboembolismo
Tromboembolismo venoso

 

Tromboembolismo venoso (TEV) é o termo empregado para designar a combinação de duas doenças, a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). A trombose venosa profunda é uma doença causada pela formação de coágulos no interior das veias profundas, geralmente nos membros inferiores. E embolia pulmonar é a obstrução das artérias do pulmão causada pela formação de coágulos (trombo).

 

É uma doença decorrente de condições variadas, adquiridas ou congênitas. Dentre os principais fatores de risco para o desenvolvimento dessa doença estão:
• Cirurgia e Trauma;
• Idade;
• Obesidade;
• Câncer;
• Gravidez e pós-parto;
• Tabagismo;
• Varizes;
• Uso de anticoncepcional.

 

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Apesar de serem duas doenças combinadas, o tratamento do Tromboembolismo venoso deve ser único. É uma doença de alto risco, podendo levar a óbito caso não ocorra o tratamento adequado.

 

 

Fonte:

Rizzatti, Edgar Gil; Franco, Rendrik. Medicina. In: Tratamento do Tromboembolismo Venoso. 2001. Ribeirão Preto – SP.

Sintomas

 

O tromboembolismo venoso pode apresentar os seguintes sintomas e sinais:

 

  • Edema (inchaço);
  • Dor;
  • Calor;
  • Rubor (vermelhidão);
  • Rigidez da musculatura na região em que se formou o trombo;
  • Cor mais escura da pele;
  • Endurecimento do tecido subcutâneo;
  • Eczemas.

 

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Fonte:

Rizzatti, Edgar Gil; Franco, Rendrik. Medicina. In: Tratamento do Tromboembolismo Venoso.  2001. Ribeirão Preto – SP. 

amento do Tromboembolismo Venoso. 2001. Ribeirão Preto – SP.

Tratamentos e cuidados

 

O tratamento do Tromboembolismo Venoso consiste em aliviar os sintomas agudos da doença, evitar o aumento dos coágulos e diminuir a morbidade da síndrome pós-trombótica. É indicado o uso de medicamentos intravenosos ou via oral.

 

O laboratório Bayer, a fim de analisar o risco da ocorrência de TEV, patrocinou estudos para analisar o uso de anticoncepcionais combinados com drospirenona. Assim como em anticoncepcionais com levonorgestrel, o contraceptivo combinado com drospirenona apresenta baixa a incidência de TEV com anticoncepcionais a base de drospirenona é um evento raro e inferior a que pode ser observada na gravidez e no puerpério.

 

Risco de TEV associado ao uso de contraceptivos – Assista ao vídeo, clique aqui

 

Risco de TEV associado ao uso de contraceptivos 2 – Assista ao vídeo,clique aqui

 

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Fontes:

Dr. Sérgio dos Passos Ramos CRM17.178 – SP

Rizzatti, Edgar Gil; Franco, Rendrik. Medicina. In: Tratamento do Tromboembolismo Venoso.  2001. Ribeirão Preto – SP.

Dinger, Jürgen et al.: The safety of a drospirenone-containing oral contraceptive: final results from the European Active Surveillance study on Oral Contraceptives based on 142,475 women-years of observation. In: Contraception, 75, 2007, 344– 354.

DINGER, Jürgen; MÖHNER, Sabine; HEINEMANN, Klaas. Cardiovascular risks associated with the use of drospirenone-containing combined oral contraceptives. Contraception, v. 93, n. 5, p. 378-385, 2016.

Long-Term Active Surveillance Study for Oral Contraceptives (LASS) clinicaltrials.gov ; http://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT00676065?term=LASS&rank=1

Seeger, John et al.: Risk of Thromboembolism in Women Taking Ethinylestradiol/Drospirenone and Other Oral Contraceptives. In: Obstetrics & Gynecology, Vol. 110, No. 3, Setembro de 2007, 587 – 893.

Convivendo

 

O tromboembolismo é caracterizado pela formação de coágulos de sangue no interior das veias, bloqueando de forma parcial ou total a passagem do sangue. O coágulo, também conhecido como trombo, se forma quando ocorre algum desequilíbrio no mecanismo de coagulação. Complicações após cirurgias, pré-disposição genética, obesidade, tabagismo, gravidez e longos períodos de imobilidade podem proporcionar o desenvolvimento de coágulos sanguíneos e a formação dos “trombos”.

 

O público feminino é mais comumente atingido pela doença devido à maior frequência de problemas genéticos que propiciam a trombose. Os hormônios femininos tendem a provocar distúrbios da coagulação sanguínea em pessoas que já têm histórico de trombose na familia.

 

Quando descoberto logo no início, as chances de cura e de convívio pacífico com a doença são grandes. O tratamento com medicação anticoagulante, que age “afinando” o sangue e diminuindo a formação dos coágulos, é a forma mais comum utilizada pelos médicos para controlar e impedir complicações como a embolia pulmonar.

 

Praticar exercícios leves é de fundamental importância para evitar o avanço da doença. Caminhar pelo menos 30 minutos todos os dias ativa a circulação sanguínea e aumenta o fluxo, impedindo a formação de novos trombos além de auxiliar na saúde do corpo como um todo. As meias de alta compressão são fiéis aliadas de quem já possui a doença e a intensidade do uso deve ser determinada e acompanhada pelo médico de acordo com o quadro clínico do paciente.

 

A princípio, o diagnóstico de tromboembolismo pode parecer assustador, mas com tratamento adequado e acompanhamento médico constante, é possível conviver bem com a doença.

 

Fontes:

MINHA VIDA; Prevenção da trombose pede uso de anticoagulantes e meias de compressão. Disponível em: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/3437-prevencao-da-trombose-pede-uso-de-anticoagulantes-e-meias-de-compressao. Acesso em 13/03/2018.

Ministério da Saúde. Blog da Saúde. Saiba como evitar a trombose. Disponível em: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-dasaude/51678-saiba-como-evitar-a-trombose. Acesso em: 05.12.2020.

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Tromboembolismo

Sobre candidíase

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Sobre candidíase

Mais comum do que se imagina, 3 em cada 4 mulheres* terão algum episódio de Candidíase durante suas vidas - e muitas outras ainda podem sofrer mais de uma vez. 

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SobreCandidiase
Candidíase: Tratamento, causas e sintomas

Mais comum do que se imagina, 3 em cada 4 mulheres* terão algum episódio de Candidíase durante suas vidas - e muitas outras ainda podem sofrer mais de uma vez. 

 

O fungo que causa essa infecção faz parte da flora vaginal saudável e pode ser encontrado no organismo, mas em pequenas quantidades (principalmente do gênero Candida albicans). Porém, se esse organismo está debilitado, seja por estresse, baixa imunidade (e até mesmo TPM), os fungos se multiplicam e podem causar a infecção. Por ser quente e úmida, a região íntima acaba sendo o ambiente perfeito para a proliferação do fungo da Candidíase (conhecida como Candida vaginal)

Sobre candidíase

Sintomas da candidíase

 

    Você pode estar com candidíase se observar:

     

    • Coceira vaginal

     

    • Corrimento vaginal incomum como corrimento branco e espesso

     

    • Ardência na região da vulva (a parte externa da vagina)

     

    • Leve inchaço dos lábios vaginais (conhecidos também como grandes lábios)

    Estes sintomas não são incomuns:

     

    • Ardência ao fazer xixi

     

    • Pele rachada próxima à vulva

     

    • Dor durante relações sexuais

    Você vai precisar visitar um médico se:

     

    • Se os sintomas persistirem por mais de 7 dias após o tratamento com Gino-Canesten®(clotrimazol) ou caso retornem dentro de 2 meses você deve procurar orientação médica

     

    • Você tiver candidíase com frequência (mais de duas vezes em seis meses)

     

    • Não houver melhora dos sintomas após a finalização do tratamento.
    Compreendendo a candidíase
    Compreendendo a candidíase

    A candidíase pode ser bastante desagradável, mas é comum e na maioria dos casos é simples de ser tratada. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

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    Candidíase Tratamento

    Você pode encontrar Gino-Canesten® (clotrimazol) diretamente nas gôndolas das farmácias, na parte de cuidados íntimos e absorventes!

    Antigamente, os tratamentos da candidíase eram apenas com o uso de medicamentos que precisavam de muitos dias de tratamento, ou que davam muitos efeitos colateriais.

    Atualmente, existem medicamentos mais modernos como o Gino-Canesten® (clotrimazol) 1 dia, um comprimido vaginal que resolve a candidíase com apenas uma aplicação (e seus principais sintomas como o corrimento da candidíase branco e espesso e uma coceira intensa nas partes íntimas). É simples.

    #FicaDica: Todos os tratamentos da linha Gino-Canesten® possuem a mesma eficácia!

    Descubra os produtos Gino-Canesten®
    TABELA DE NAVEGAÇÃO GINO
    Como Prevenir
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    Vista roupas íntimas de algodão e troque-as com frequência, especialmente após fazer exercício

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    Evite produtos perfumados na região vaginal e em volta dela

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    Enxugue de frente para trás após ir ao banheiro

    Fatos sobre a infecção fúngica vaginal
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    Infecção vaginal bastante comum, 3 em cada 4 mulheres* terão algum episódio de Candidíase durante suas vidas

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    Evite estresse e tenha uma dieta saudável, livre de alimentos com alto teor de açúcar

    *Sobel J. Lancet.200 7. 369: 1961-71

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    Infecções vaginais
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    Odor vaginal e candidíase

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    Odor vaginal e candidíase

    Esse sintoma comum tem por característica um cheiro semelhante ao de peixe. É comum se confundir entre essas duas condições mas mau cheiro, semelhante ao de peixe, é característico da Vaginose!

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    OdorVaginal
    Odor vaginal e candidíase
    Notei um mau cheiro na vagina: pode ser candidíase ou vaginose?

     

    Esse sintoma comum tem por característica um cheiro semelhante ao de peixe. É comum se confundir entre essas duas condições mas mau cheiro, semelhante ao de peixe, é característico da Vaginose!

    Vamos começar quebrando um tabu? Pepeka tem cheiro de pepeka

     

    Todas as secreções do nosso corpo têm cheiro, então por que na vagina seria diferente?
    Saiba que o cheiro natural da vagina tende a ser um odor leve, mas muitas vezes pode mudar de intensidade e acidez de acordo com o ciclo menstrual, pH da região e até alimentação. Mas pode ficar tranquila, viu? Não há nada de errado nisso! 

    Ainda existe muitas mulheres que não aceitam o cheiro natural característico da vagina e por causa disso, às vezes usam cosméticos perfumados que muitas vezes implicam em reações alérgicas na região íntima.


    Lavar regularmente a região genital é importante, mas cuidado com excessos! O uso de produtos íntimos muito perfumados, ou ducha íntima dentro da vagina pode alterar sua flora vaginal normal, propiciando infecções;

     

    Mas e quando saber que algo está errado?

     

    Se o odor for desagradável – um mau cheiro como cheiro de peixe podre – e ainda vier acompanhado de corrimento acinzentado, é possível que você esteja com uma infecção chamada Vaginose.

    Mas o que é Vaginose Bacteriana (VB)?

     

    Vaginose Bacteriana ou simplesmente vaginose é uma infecção vaginal causada por bactérias, principalmente pela Gardnerella vaginalis, que habita naturalmente a flora vaginal. Por conta de um desequilíbrio no Ph dessa flora, o ambiente fica mais propício para a proliferação dessas bactérias. Entre as principais causas do desequilíbrio do Ph estão a higienização exagerada com cosméticos perfumados e até mesmo duchas vaginais.

     

    A boa notícia é que os sintomas da vaginose podem ser facilmente tratados com Gino-Canesten Balance, que não necessita de receita médica. Viu como é fácil e libertador falar de saúde íntima #SemTabu?

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